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  • Foto do escritorGuaporé News

Censo 2022: Somos 1.581.016 rondonienses



Os primeiros resultados do Censo Demográfico 2022, divulgados nesta quarta-feira (28), mostram que Rondônia tem 1.581.016 habitantes, 18.607 pessoas a mais que o apontado no Censo Demográfico 2010, representando um aumento de 1,2% entre as duas operações censitárias. Em todo o Brasil, foram contadas 203.062.512 pessoas.


O estado de Rondônia permanece, em relação ao Censo Demográfico 2010, como a 5ª menor população do país, a frente de Tocantins (1.511.459), Acre (830.026), Amapá (733.508) e Roraima (636.303). Rondônia representa 0,8% da população brasileira.


A capital Porto Velho, com 460.413 pessoas, representa 29,1% da população rondoniense. Ji-Paraná (124.333 ji-paranaenses), Ariquemes (96.833 ariquemenses), Vilhena (95.832 vilhenenses) e Cacoal (86.895 cacoelenses) completam os cinco maiores municípios do estado.


Na outra ponta, entre os menores municípios, estão Pimenteiras do Oeste (2.156 pimenteirenses), Primavera de Rondônia (3.074 primaverenses), Castanheiras (3.233 castanheirenses), Rio Crespo (3.471 rio-crespenses) e Parecis (3.125 parecisenses).


Em número absoluto, os municípios rondonienses com os maiores aumentos populacionais entre os Censos Demográficos foram Porto Velho (31.866), Vilhena (19.630), Cacoal (8.321), Ji-Paraná (7.723) e Ariquemes (6.480). Os que mais diminuíram foram Buritis (4.391), Nova Brasilândia d’Oeste (4.195), Ministro Andreazza (3.866), Campo de Novo de Rondônia (3.821) e Alvorada d’Oeste (3.736).


Já em relação ao crescimento proporcional, Vilhena se destacou apresentando um aumento de 25,8%, seguido de Nova Mamoré (12,9%), Candeias do Jamari (12,4%), Chupinguaia (12,3%) e Rolim de Moura (11,4%). Por outro lado, Ministro Andreazza registrou uma diminuição de 37,5% em sua população, sendo a 4ª maior redução proporcional do Brasil.


Campo Novo de Rondônia, com encolhimento de 30,2%, Cacaulândia (27,7%), Novo Horizonte do Oeste (25,1%), Governador Jorge Teixeira (23,9%) e Theobroma (23,8%) completam a lista dos municípios rondonienses com as maiores diminuições proporcionais.


Rondônia tem em média 2,83 moradores por domicílio


Os primeiros resultados do Censo apontaram a redução da taxa de morador por domicílio em todos os estados brasileiros. Rondônia, que reduziu de 3,39 para 2,83 pessoas por residência entre 2010 e 2022, teve o menor índice da Região Norte, que registrou média de 2,79 moradores por domicílio.


Entre os municípios rondonienses, Guajará-Mirim (3,30), Costa Marques (3,01), Porto Velho (3,01), Nova Mamoré (3,00) e Candeias do Jamari (3,00) apresentaram as maiores taxas de morador por domicílio. Entre os menores índices estão: Ouro Preto do Oeste (2,61), Colorado do Oeste (2,61), Mirante da Serra (2,63), Corumbiara (2,64) e Vale do Paraíso (2,65).

O Censo indica, ainda, que a Região Norte apresenta a maior taxa entre as Grandes Regiões: 3,3 moradores por domicílio, enquanto que o menor índice foi registrado na Região Sul (2,64).


Os maiores registros entre os estados foram no Amazonas (3,64), Amapá (3,63), Roraima (3,51), Pará (3,31) e Maranhão (3,23). Já os menores foram no Rio Grande do Sul (2,54), Rio de Janeiro (2,60), Espírito Santo (2,67), Santa Catarina (2,70) e Paraná (2,71).


Recenseadores visitaram quase 730 mil domicílios em Rondônia


Em todo o estado de Rondônia, foram visitados 729.955 domicílios, sendo quase a totalidade (729.090) da espécie particular e 865 (0,12%) do tipo coletivo. Dos domicílios particulares, 728.583 são permanentes e 507 improvisados (locais não construídos para serem residências, mas que há morador).


Outro dado apontado pelo Censo é que, entre os 728 mil domicílios permanentes, 28,3% não estava ocupado (ou estavam vago ou são de uso ocasional).


Os municípios com mais domicílios de todas as espécies são Porto Velho (203.542), Ji-Paraná (56.566), Ariquemes (44.157), Vilhena (42.599) e Cacoal (40.932). Pimenteiras do Oeste (1.239), Primavera de Rondônia (1.497), Castanheiras (1.753), Rio Crespo (1.772) e Teixeirópolis (2.030) são os municípios com menos domicílios.


Assessoria

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