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  • Foto do escritorGuaporé News

Professor da UNINASSAU Cacoal orienta sobre como economizar energia



Os brasileiros têm sofrido com a onda de calor que assola o país nos últimos dias e, consequentemente, as formas de aliviar a sensação térmica têm refletido na conta de energia da população, o que pode afetar diretamente o orçamento familiar de muitas pessoas. Mas antes que essa surpresa nada agradável aconteça, é possível minimizar os gastos de energia elétrica em casa por meio de medidas simples. Segundo o Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS), as estimativas apontam para um crescimento de 5,8% no consumo de energia em setembro em comparação ao mesmo período do ano passado. A região Norte é a que deve ter a maior elevação de consumo neste mês (10,6%). De acordo com o professor do curso de Engenharia Elétrica da UNINASSAU Cacoal, Paulo Henrique Gomes Carneiro, a utilização incorreta de alguns equipamentos pode acarretar em um consumo maior de energia elétrica. Um bom exemplo são os refrigeradores. De acordo com Paulo, é ideal diminuir a troca de calor na geladeira, evitando a abertura constante e sem necessidade. As pessoas devem ficar atentas também à qualidade da borracha do eletrodoméstico. Caso ela não esteja vedando de forma correta, o ar-quente do ambiente externo pode entrar, obrigando o motor a trabalhar mais para manter a temperatura baixa. Outro eletrodoméstico que pode ser um vilão é o ar-condicionado. “Devemos manter portas e janelas fechadas para evitar a troca de calor, impedir que o sol bata no ambiente a ser refrigerado e manter o ar-condicionado sempre limpo”, afirma. "As máquinas de lavar também merecem atenção. É importante não exagerar na quantidade de sabão para não exigir operações extras de enxágue. Já em relação ao ferro, a dica é passar o maior número de roupas possível de uma única vez".

Ainda de acordo com Paulo, existem investimentos que podem ajudar na economia de energia elétrica. “A instalação de um sistema de aquecimento solar de água, que dispensa o uso do chuveiro elétrico, é uma opção. Outra é a instalação de um sistema de geração fotovoltaica, no qual se pode gerar a própria energia de forma limpa e sustentável e ainda economizar mais de 90% do valor da fatura”, finaliza o professor.


Aline Boone-Assessoria de Imprensa/UNINASSAU Cacoal

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